27/12/2016

Amélia da Monpetitcoinrose

A tradição voltou a cumprir-se este ano. Há mais de 20 anos que o nosso grupo de amigos se reúne para um jantar de natal. Uma algazarra divertida, a salvo de crianças, que nos recorda que mais um ano passou mas que a amizade está para durar.
O momento alto da noite e também, como manda a tradição, é a troca de presentes. Cada um traz um presentinho que é numerado e já no fim do jantar fazem-se papeis em igual número, distribuídos aleatoriamente. Cada um fica, por isso, entregue à sua sorte :)

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19/12/2016

Embrulhos originais - DIY


Já lá vai o tempo em que os embrulhos eram feitos com papel muito colorido e fitinha encaracolada, com a lâmina da tesoura, a condizer. Hoje "investe-se" mais no embrulho, porque ainda que efémero, um embrulho bonito marca a diferença, torna o presente mais apetecível.

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10/12/2016

Olá Natal!

E o Natal está aí à porta.
Adoro esta época do ano, a reunião da família e dos amigos, as ruas coloridas e cheias de luz, a azáfama dos presentes, o frio dos dias ensolarados de Dezembro, o quentinho da lareira numa sala enfeitada.

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29/11/2016

A Consola

  
O hall de entrada em casa não é, muitas vezes, fácil de mobilar ou decorar, seja pelo espaço exíguo, ou porque as diversas portas limitam as paredes livres. O meu hall não é excepção, queria colocar um apoio na parede da entrada mas tinha de ser bem estreito para não impedir a passagem.

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22/11/2016

São Pedro do Corval - terra de olarias


No início do mês andei por terras Alentejanas, ali para os lados do Alqueva e dei um saltinho até Barrancos e ao parque de Noudar. Foram quatro dias de muito sol e repletos de sítios lindos.

No caminho para Reguengos de Monsaraz, terra das mantas Alentejanas, de que falarei outro dia, São Pedro do Corval é paragem obrigatória. Esta pequena freguesia do Concelho de Reguengos de Monsaraz, é o maior centro oleiro do país e conta actualmente com 22 olarias distintas entre si, no modo de trabalhar o barro e na pintura das peças.

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15/11/2016

As mantas de Minde (ou Ninhou)

Há algum tempo que tenho vindo a ler um pouco sobre tecelagem e mantas tradicionais portuguesas. Daquelas em pura lã, feitas em teares de madeira, num processo totalmente artesanal. Tem sido todo um mundo novo por descobrir.
A parte boa é que é património bem português, a parte má é que, infelizmente, o seu uso se foi perdendo no tempo e o artesanal deu lugar à massificação.
O número de teares e de tecelões reduziu drasticamente desde meados do XX, sobrando hoje pouquíssimos exemplares.

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10/11/2016

Criado-mudo com história


Adoro quando uma peça me leva muito além do simples objecto, quando me permite ir à procura da origem, o que, na maior parte das vezes, me faz retroceder décadas e andar por caminhos cheios de história. Foi o que aconteceu com este criado-mudo.

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06/11/2016

Monte Saraz


No fim-de-semana longo (bendito feriado que está de volta!) rumamos ao Alentejo. Monsaraz, na verdade o Monte Saraz foi, durante 4 dias, o nosso maravilhoso abrigo.
Este Monte oitocentista é propriedade de um sociólogo holandês, Marc Lammerink, que há 12 anos se encantou pela região.   
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25/10/2016

Casquilhos de porcelana

Compramos estes casquilhos de porcelana na Feira da Ladra, ao que parece eram da iluminação pública de monumentos. Perfeitos para sustentar as lâmpadas de filamentos que eu adoro!

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20/10/2016

Up...cycling


Há tempos tropecei no termo upcycling. À primeira vista podia relacionar-se com cycling, ciclismo, mas não. Upcycling é aproveitar algo sem valor comercial que seria descartado e transformá-lo em algo diferente, com novo uso e propósito, sem passar pelos processos transformadores químicos e físicos da reciclagem. É reutilizar um material que se tornaria lixo, aproveitando as suas propriedades originais. É a arte da reutilização.

O termo foi usado pela primeira vez em 1994 pelo empresário e ambientalista alemão Reine Pilz, numa entrevista. "Reciclagem", disse, "Eu chamo isso de downcycling. Quebram-se tijolos, betão, eles partem tudo. O que precisamos é de upcycling, onde é dado mais valor aos produtos antigos e não menos".
Mas só em 2002, no livro Cradle to Cradle: Remaking the Way we Make Things, o termo alcançou os olhos do público. Nele, os autores William McDonough e Michael Braungart afirmam que o objetivo do upcycling é evitar o desperdício de materiais potencialmente úteis, reduzindo o consumo de novas matérias-primas durante a criação de novos produtos e o consumo de energia, a poluição do ar e da água e as emissões de gases de efeito estufa, resultantes dos processos industriais da reciclagem. Isto torna a prática ainda mais positiva, do ponto de vista ecológico, do que a própria reciclagem.
O upcycling adapta-se a variadíssimos materias e peças. Na verdade, é o que tenho vindo a fazer quando apanho peças da rua, prontas a serem destruídas e lhes dou uma nova vida. Para além de ser uma maravilhosa ocupação dos tempos livres ainda reduzo a pegada ecológica. Haja tempo e espaço!

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13/10/2016

Janelas velhas para quê?

As janelas do antigamente tinham muita piada. De guilhotina ou não, todas tinham ladrilhos de vidro, de maior ou menor tamanho, encaixados na estrutura de madeira.
Nas recuperações de casas que, felizmente, tanto se vê hoje em dia, muitas vezes estas janelas não são aproveitadas. Por isso, tal como contei no post anterior, podemos deparar-nos com peças destas na rua, entregues ao lixo.

Caso isso aconteça, ficam algumas sugestões para que fazer com janelas velhas de ladrilhos.
Na verdade, são decorativas mas servem também diversos propósitos.
Nada se perde, tudo se transforma :)

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06/10/2016

Era uma janela para o Príncipe Real

Encontrei-as na bonita Rua de O Século, que liga a Praça do Príncipe Real à Calçada do Combro. Esta rua foi em tempos chamada de Rua Formosa, mas depois da implantação da República passou a chamar-se Rua de O Século. O nome advém do jornal fundado em 1881 e que, durante muitos anos funcionou aqui. Fechou no final da década de 70. Foi também o berço de Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, que aqui nasceu, no Solar da família Carvalho. Curiosamente, foi próximo deste palacete, um dos muitos desta aristocrática rua, que me deparei com estas janelas, abandonadas à sua sorte. Pela estrutura e pelo tipo de vidro, bem se vê que têm muitos e bons anos. Resta saber a qual destes muitos palacetes pertenceriam.

Para além da estética que reveste a transformação de uma peça antiga, gosto realmente de tentar saber um pouco mais, de onde vieram, a quem pertenceram, como chegaram a mim, um deslindar de  tempos passados.

Estas janelas hoje, que escrevo sobre elas, levaram-me ao Marquês de Pombal. Tantas vezes faço a rua de O Século e não sabia quem a rua viu nascer.

Mas que é feito das janelas?

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29/09/2016

Mostra-me a tua casa - dir-te-ei quem és


Casa Joshua Tree, California

Ontem tropecei num artigo, publicado há já algum tempo, mas sempre actual, sobre Feng Shui, um termo de origem chinesa que significa “vento e água”. Esta corrente de pensamento tem uma tradição de mais de 4.000 anos e fundamenta-se na circulação de energia apelidada de chi.

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20/09/2016

Espelho biselado

Durante algum tempo, sempre que o Tiago encontrava na rua uma peça que achava me poderia interessar, enviava uma fotografia e esperava pelo meu aval. Depois deixou de o fazer, como com este espelho, viu-o e percebeu logo que me interessaria. 


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12/09/2016

O meu

Nunca pensei muito sobre como seria o dia do meu casamento. Mas uma coisa tinha como certa, tinha de ser à minha (nossa) medida. Uma celebração que tivesse a nossa impressão digital e em que nos revíssemos nos vários momentos e não um protocolo que alguém estabeleceu como sendo o certo.
Do alto dos meus 40 anos já estive em dezenas de casamentos, todos eles bonitos ou muito bonitos, mas o meu tinha de ser O MEU, um pouco de mim.

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07/09/2016

a de amor

Quando há uns 2 anos comprei este "a" e o idealizei no logotipo do Anantique, estava muito longe de imaginar que ele estaria também presente num dia tão feliz - o do meu casamento.

No aniversário ofereci ao Tiago, um "T" em chapa. Vermelho, por mera coincidência. Não porque o procurasse mas sim porque o encontrei. O pandã perfeito para o meu "a".

Quando começamos a pensar nos convites e toda a imagem do casamento, o "T" e o "a" faziam todo sentido. Não seria simplesmente um desenho mas sim as nossas letras no papel.

Para o convite, para além das 2 letras usamos também um velha arca que meses antes recolhemos da rua e uma lousa comprada em 2ª mão:


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01/09/2016

Feliz Recomeço

Setembro mês de Recomeço. 
Aqui pelo Anantique também recomeçamos, de cara lavada! Mais organizado, mais feliz, mais leve e com mais vida. Pronto para pôr a mão na massa.

Presente de aniversário do meu amor, que registou quando um belo dia lhe mostrei o trabalho do We Blog You: "Queríamos que o blog fosse clean, com uma organização orgânica mas também que se sentisse a pessoa que escreve do outro lado, o lado manual de quem restaura móveis."

Feliz com o restyling.

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28/08/2016

A queijeira

Há uns meses atrás, num passeio de sábado de manhã pela feira da Ladra, reparei nesta velha queijeira. Estava bastante suja, degradada e em algumas zonas muito raspada por unhas de gato. Apesar do estado apeteceu-me trazê-la, embora não soubesse, na altura, em que haveria de transformá-la.
Retirei as redes, lixei, substituí o fundo e estava pronta para iniciar o make up.


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23/08/2016

Belvedere


Ha sítios que nos inspiram, que nos fazem querer ficar. Sítios em que cada detalhe é pensado e elaborado com amor e por isso nos fazem sentir longe do turismo de massas. O Belvedere resort, um pequenino resort de 7 bungalows, em Zanzibar é um desses casos.

Gabriele, o dono, nasceu na Roménia mas viveu boa parte da vida em Viena. Há 4 anos apaixonou-se por Zanzibar, vendeu tudo o que tinha na Europa e fixou-se em Jambiani, uma vila de pescadores na costa Este de Zanzibar. Começou por construir uma casa, a sua, e pouco depois construiu os bungalows para o turismo, mesmo ao lado.

Para se chegar aqui atravessa-se a pequena vila, em direção ao mar. Em Jambiani, os homens pescam e as mulheres cultivam alga marinha para vender à indústria farmacêutica e de cosméticos. 

Sobre a areia branca e de frente para o mar turquesa, nasceu este Belvedere. Apaixonei-me mal cheguei. Tudo bonito e cuidado ali.
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01/08/2016

Lodge Maasai



Em plena estepe Maasai, no norte da Tanzânia, fica o Africa Amini Maasai Lodge (http://www.africaaminilife.com).

Um verdadeiro oásis depois de mais de 70 km em picada que mais parecia levar-nos a lado nenhum. Mas não, este lodge construído à semelhança das aldeias Maasai, valeu cada minuto da longa viagem.

Daqui avista-se o pico gelado do Kilimanjaro, a montanha mais alta de Africa e o monte Meru. Natureza a perder de vista.

É um lugar tranquilo e inspirador, em contacto estreito com a tribo Maasai, o seu modo de vida, cultura, rituais e tradições.

Os bungalows foram construídos em adobe, com tecto de colmo, e foram delicadamente decorados com peças feitas à mão. As cores garridas dos tecidos e as missangas não nos deixam esquecer que estamos em território Maasai.

Cheio de detalhes deliciosos, este lugar transpira bom gosto e autenticidade.
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03/05/2016

Não podia faltar a farmácia


Como farmacêutica que sou, tinha alguma vontade de arranjar uma velha e tradicional farmácia. Daquelas farmácias que era frequente encontrar-se, em tempos já idos, penduradas sobre o lavatório da casa de banho.

Encontrei-a nas férias de verão numa feira de velharias, convicta que, com a preciosa ajuda do meu pai, também ele adepto destes trabalhos com madeira, rapidamente a teria pronta. Estava longe de sonhar o trabalho que me iria dar... :)

Foi toda decapada, retirada a tinta que cobria o vidro, eliminado o plástico autocolante tão 70's do interior.
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28/01/2016

Praktik Metropol




Há uns fim-de-semanas atrás voltei a Madrid, que bem me sabe aquela cidade!
Ruas cheias de vida, esplanadas lotadas, apesar do frio, sítios a transbordar de bom gosto e vanguardismo, nos meus bairros preferidos, Chueca e Malasaña.

Para estadia escolhemos o Praktik Metropol Hotel, em pleno centro da cidade, junto à Gran Via.
Este simpático boutique hotel, pertence a uma pequena cadeia de hotéis design, localizados no centro de Madrid ou Barcelona.
Num estilo retro, que passa por uma mistura de vintage industrial e, tal como o nome sugere, o revivalismo de linhas austeras a lembrar o antigo bloco de Leste. Tudo isto sem perder o conforto e o ambiente acolhedor.
A cereja em cima do bolo é o roof top com uma vista assombrosa sobre Madrid. A repetir, sem dúvida!

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