28/08/2016

A queijeira

Há uns meses atrás, num passeio de sábado de manhã pela feira da Ladra, reparei nesta velha queijeira. Estava bastante suja, degradada e em algumas zonas muito raspada por unhas de gato. Apesar do estado apeteceu-me trazê-la, embora não soubesse, na altura, em que haveria de transformá-la.
Retirei as redes, lixei, substituí o fundo e estava pronta para iniciar o make up.



Optei por pintá-la uma parte de branco e outra, de forma assimétrica, vermelha. Na parte frontal e nas laterais a rede fina foi substituída por rede metálica de galinheiro.

Habituada a armazenar queijo durante a cura, esta queijeira guarda agora fotografias e algum material fotográfico.

 
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